Em meio ao acirramento político em Tobias Barreto, o pré-candidato a deputado estadual Diógenes Almeida Junior não poupou críticas ao deputado estadual Kaká Santos e deixou claro que não pretende dividir o mesmo palanque nas eleições de 2026.
Segundo ele, a aliança de Kaká Santos com o grupo de Dilson de Agripino representa uma traição à oposição do município.
“Eu não subo nesse palanque. Não adianta. Eu não ando com traidor. Quem traiu a população de Tobias Barreto, que era base oposicionista, e sabe lá Deus por qual motivo se aliou a Dilson de Agripino”, disparou Diógenes.
O pré-candidato afirmou ainda que, se Kaká Santos tivesse apoiado Emanuele Hora em 2024, a oposição teria saído vitoriosa na disputa pela Prefeitura.
“Nós perdemos aquela eleição por dois mil votos. Se Kaká Santos tivesse apoiado Emanuele, ou se ele fosse o candidato a prefeito e Emanuele a vice, a gente teria vencido. Mas ele abriu mão e acabou beneficiando Dilson de Agripino”, avaliou.
Chapa definida para 2028
Apesar da polêmica, o grupo Almeida já projeta os próximos passos. Diógenes garantiu que Emanuele Hora será candidata à Prefeitura em 2028, com Juliana como vice.
“A chapa já está definida. Emanuele será a candidata e Juliana será a vice. Eu acredito muito nessa vitória”, declarou.
Mandato apagado e rejeição
Sobre a atuação de Kaká Santos como deputado estadual, Diógenes foi categórico ao criticar o desempenho do parlamentar.
“Aonde eu caminho em Tobias Barreto, ele tem uma péssima imagem. É um mandato apagado, que agora, com a aliança com Dilson de Agripino, vive bajulando o poder para aparecer em determinados atos. A população não aceita isso”, afirmou.
Agenda estadual
Mesmo tendo Tobias Barreto como seu maior colégio eleitoral, Diógenes ressaltou que sua campanha terá abrangência em todo o estado de Sergipe.
“Somos candidatos a deputado estadual por Sergipe. Vou rodar todos os municípios e pretendo ter uma votação igual ou superior à anterior”, garantiu.
As declarações de Diógenes Junior acirram ainda mais o cenário político em Tobias Barreto e antecipam um embate direto entre o agrupamento Almeida e o grupo aliado a Dilson de Agripino nas eleições de 2026.
Por: André Morais