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Senador pressiona Alcolumbre no plenário e cobra CPI do Banco Master e impeachment de ministros do STF
Na primeira sessão presencial de 2026, parlamentar faz cobrança “olho no olho”, critica período com plenário fechado e afirma que Senado precisa “restaurar a confiança da população nas instituições”
Por André Morais
Publicado em 26/02/2026 09:49
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A reabertura dos trabalhos presenciais do Senado Federal em 2026 foi marcada por tensão e discurso contundente. Durante a sessão, um senador afirmou ter cobrado “olho no olho” o presidente da Casa, Davi Alcolumbre, por ações concretas que, segundo ele, seriam necessárias para “restaurar a verdadeira democracia” no país.

O parlamentar criticou o período em que o plenário esteve fechado e declarou que a Casa Revisora da República “não pode estar a serviço de quem quer que seja para blindar crimes”. A fala elevou o tom do debate e expôs a pressão interna por uma postura mais ativa da Mesa Diretora.

Entre as principais demandas apresentadas está a abertura da CPI do Banco Master. De acordo com o senador, a comissão já conta com número suficiente de assinaturas e deve ser instalada sem “atalhos”, garantindo plenos poderes investigativos para apurar responsabilidades.

Além disso, ele defendeu que o presidente do Senado dê andamento aos pedidos de impeachment de ministros do Supremo Tribunal Federal (STF), tema que historicamente gera forte embate entre Legislativo e Judiciário. Para o parlamentar, a omissão diante dessas pautas comprometeria a credibilidade institucional.

A manifestação repercutiu nos bastidores e deve intensificar o clima de polarização no Congresso nas próximas semanas. Enquanto aliados defendem a necessidade de investigação e enfrentamento institucional, críticos apontam risco de aprofundamento da crise entre os Poderes.

 

O discurso foi encerrado com apelo à prevalência da “Verdade, da Justiça e do bom senso”, reforçando o tom político e simbólico da cobrança feita no plenário.

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