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Walter Franco desmente Emília Corrêa e garante que terreno da TV Atalaia não será desapropriado: “Nem terreno, nem televisão, nem nada”
Declaração do empresário representa mais um revés para a prefeita de Aracaju, que enfrenta resistência popular e cobranças de vereadores sobre projeto de cemitério municipal.
Por André Morais
Publicado em 06/11/2026 09:28
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A tentativa da prefeita de Aracaju, Emília Corrêa (Republicanos), de construir um cemitério municipal na área onde funciona o Sistema Atalaia de Comunicação, no bairro Santo Antônio, sofreu mais um duro revés. Na noite desta quinta-feira (5), o empresário Walter Franco, proprietário da TV Atalaia, manifestou-se publicamente e descartou qualquer possibilidade de desapropriação do terreno.

Durante participação no Jornal do Estado 2ª edição, Walter Franco foi categórico ao se posicionar contra a possibilidade de desapropriação da área. “Foi fundado pelo ex-governador Augusto Franco, meu pai. Nem terreno, nem televisão, nem nada será desapropriado. Pelo contrário, iremos continuar cada vez mais ativos, sempre em favor do povo de Sergipe. Sempre com galhardia, com democracia e, principalmente, com a verdade, porque a verdade está acima de tudo”, afirmou o empresário.

Nos bastidores da política aracajuana, a declaração repercutiu como mais um duro golpe para a gestão de Emília Corrêa. O posicionamento firme de Walter Franco evidencia a resistência do empresário diante das especulações envolvendo a desapropriação da área e amplia o desgaste político em torno da proposta de construção do cemitério municipal.

A situação da prefeita se torna ainda mais delicada diante da mobilização popular contrária à instalação do cemitério no bairro Santo Antônio. Moradores da região já manifestaram insatisfação com o projeto, que também vem provocando questionamentos e cobranças na Câmara Municipal de Aracaju.

Entre os parlamentares que exigiram esclarecimentos sobre a proposta estão Elber Batalha (PSB), Fábio Meireles (PDT) e Breno Garibalde (PSB).

Com a resistência da população, as cobranças de vereadores e a manifestação pública do proprietário da área, a gestão de Emília Corrêa enfrenta mais um obstáculo para avançar com a iniciativa, ampliando a pressão política em torno do projeto do cemitério municipal.

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