O presidente da Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de Sergipe (Fecomércio-SE), Marcos Andrade, defendeu o adiamento da votação da proposta que prevê o fim da escala de trabalho 6×1. Segundo ele, uma mudança dessa dimensão nas regras trabalhistas exige uma discussão mais ampla antes de qualquer decisão definitiva.
A posição é reforçada pela campanha “Agora Não”, que defende que a proposta não seja votada neste momento. A iniciativa pede a realização de estudos técnicos e a ampliação do debate, envolvendo trabalhadores, empresários e representantes do Congresso Nacional.
Para Marcos Andrade, o adiamento da votação permitiria uma análise mais aprofundada dos possíveis impactos da mudança na jornada de trabalho, além de proporcionar maior diálogo entre os diferentes setores envolvidos.
A proposta que prevê o fim da escala 6×1 está em discussão no Congresso Nacional e estabelece mudanças nas regras relacionadas à jornada de trabalho.
Em manifestação sobre o tema, o presidente da Fecomércio-SE destacou a necessidade de responsabilidade na análise da matéria.
“Nossa posição é clara: é preciso ampliar o debate, ouvir os diferentes setores e avaliar com profundidade os impactos de uma mudança dessa dimensão. Decisões que afetam o futuro do trabalho e da economia precisam ser tomadas com responsabilidade, diálogo e segurança.”
A discussão sobre a escala 6×1 tem mobilizado diferentes setores da sociedade e colocado em debate os possíveis efeitos de uma eventual redução ou reorganização da jornada de trabalho para empregados e empresas.